Aplicativo WhatsApp pede desculpas por ‘blackout’ mundial


Da Redação

Aplicativo ficou fora do ar por volta de duas horas. (Foto: Reprodução)
Aplicativo ficou fora do ar por volta de duas horas. (Foto: Reprodução)

O aplicativo de conversas instantâneas WhatsApp emitiu hoje (04), um comunicado em que pede “desculpas pelos problemas” causados por um blackout mundial. No entanto, o app não informou o que causou a queda e limitou-se a informar que a instabilidade “atingiu usuários de todas as partes do mundo por poucas horas, mas já resolvemos o problema”.

O app parou de funcionar no fim da tarde de quarta no Brasil – fim da noite na Europa – em todos os sistemas operacionais, seja Apple, Google e Microsoft. O WhatsApp tem mais de um bilhão de usuários ativos e o último grande colapso em escala mundial ocorreu em fevereiro de 2014, logo após o anúncio da venda do app para o Facebook, quando ele ficou fora do ar por quatro horas. Aquele blackout foi causado por um problema nos servidores, segundo a rede.

Em junho de 2014, outra instabilidade causou problemas menores também em várias partes do mundo.

Já no Brasil, o aplicativo saiu do ar por mais de uma vez por conta de decisões judiciais contra o app ou o Facebook, por eles se negarem a passar informações de conversas entre usuários. (Com informações do Portal Terra)

Estudo aponta que mais da metade dos pais não protege os filhos na internet


criancaAinda que mais da metade (52%) dos pais reconheça os riscos que as crianças correm na internet, pouco mais de um terço deles (39%) conversa com seus filhos sobre as ameaças, segundo uma pesquisa realizada pela empresa de segurança digital Kaspersky em parceria com a B2B International.

O estudo constatou que 20% dos adultos não faz nada para proteger seus filhos das ameaças digitais, apesar de uma proporção semelhante (22%) já ter visto seus filhos em contato com ameaças online, tais como a exibição de conteúdo inadequado, a interação com estranhos ou o ciberbullying.

Para 53% dos entrevistados, a internet afeta negativamente a saúde ou o bem-estar das crianças. Um terço dos pais (31%) acha que não têm controle sobre o que seus filhos veem ou fazem online e quase dois terços (61%) não alerta as crianças sobre as ameaças virtuais.

De acordo com a pesquisa, apenas um quarto dos entrevistados (24%) usa algum tipo de software de controle parental. Outros 28% dos entrevistados afirmaram verificar o histórico de navegação dos filhos. Medida que, segundo a Kaspersky, não é efetiva, tampouco preventiva, até porque os danos já podem ter ocorrido quando a consulta for realizada.

Foram entrevistadas mais de 12.355 pessoas de 26 países, incluindo o Brasil (408), em junho de 2015. Ao todo, 42% dos participantes tinham filhos com idade inferior a 16 anos (mais…)

Brasil: Projeto de lei tornará crime divulgar locais e horários de blitz, nas redes sociais


O Detran do Rio Grande do Sul encaminhou para a Câmara dos Deputados um projeto de lei que criminaliza a divulgação de locais de blitz policiais com pena prevista de 2 anos de prisão. Quem colaborar com redes sociais ou aplicativos para evitar a fiscalização, pode ser enquadrado na lei.

De acordo com o diretor do órgão, Ildo Szinvelski, a prática precisa ser fiscalizada e punida para que as pessoas se conscientizem e deixem de passar informações deixando de auxiliar, mesmo sem querer, “os malfeitores do trânsito ou os criminosos”. A proposta gaúcha é inibir de vez o serviço. Enquanto a proposta é analisada, algumas cidades tentam minimizar os efeitos desses aplicativos com operações paralelas para surpreender quem tenta fugir das barreiras ou através de contra-informações nas próprias redes sociais. As informações são do G1.

Polícia de Paris testa aeronaves a controle remoto para combater o crime


A polícia da capital da França, Paris, vai testar o uso de aeronaves operadas por controle remoto para monitorar áreas consideradas perigosas.
A secretaria de Segurança Pública parisiense já lançou uma licitação para fabricantes que queiram participar dos testes.
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Empresa vende drone polêmico que dispara spray de pimenta
MH370: drone submarino fará buscas no fundo do marEntre as possíveis aplicações dos drones estariam coleta de provas sobre tráfico de drogas, localização de fugitivos e observação de manifestações.
Inicialmente, o potencial dos drones deve ser testado em operações específicas. A primeira experiência deve acontecer em um estádio esportivo nos arredores de Paris.
“Poderemos utilizar os drones para recuperar informações em zonas de risco”, disse Philippe Caron, da direção operacional de serviços técnicos e logísticos da polícia parisiense.